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12 marcadores de livro |
De vez em quando tenho que dar uma parada nas minhas obrigações(?!) e dar uma relaxada (fazendo coisas artesanais, tipo uma terapia ocupacional...)
Esses marcadores foram feitos com sobra de papel e desenhados com materiais aleatórios (diversos, que eu tinha à mão na hora). Rabiscados enquanto eu ouvia as aulas da faculdade...
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velhinho sem nome... |
Personagem que fiz pensando na história em que Sori (de
O mais Importante) vai protagonizar. Ele é tipo um velho sábio, mas ao contrário de sua pupila, a garotinha ruiva de macacão (penúltima imagem do post), ele tem pensamentos bem modernos, não liga tanto para a tradição, pensando mais nas contemporaneidades... Tipo, hoje em dia, as coisas novas, novas tecnologias, são muito mais potentes, mais rápidos, mais eficazes do que as coisas do passado (fora algumas, muitas, excessões... aí vem aquele velho provérbio popular: panela velha é que faz comida boa...)
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dissolvendo no verde... |
Também personagem da história em que Sori vai protagonizar. Ele se parece com alguém? Até queria contar mais sobre este personagem, mas... melhor guardar surpresa!
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escravo das chamas... |
Personagem que imaginei que poderia participar de
Cinza. Ele seria um tipo de prisioneiro? Grande, forte, com cicatrizes por todo o corpo... e usando um capacete medieval... Acho que inconscientemente pensei em personagens com essas características (como aquele do X-men, irmão do professor Xavier!?!?, e FullMetal Alchemist, o Sloth?!?).
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o frio que aproxima as pessoas... |
Inspirado num desenho de um amigo... Não tenho muito sobre o que comentar... só que... é difícil desenhar sem foto de referência para as poses... a anatomia acaba ficando desproporcional...
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a espera de Colene... |
Com saudades de desenhar a protagonista de
O mais Importante... Acho que rosa é a cor dela, mas as flores teriam que ser bem delicadas, tipo uma rosa branca ou margaridas, ou simples flores do campo... Porque quando eu penso em personagens de shoujo mangá eu penso em flores que combinem com eles... Estava pensando numa trilha sonora legal para quando eu fosse voltar a desenhar essa história... Estava ouvindo as músicas da cantora
Olivia Lukfin (que conheci por causa da música tema do liveaction de Jigoku Shoujo, e pesquisando soube da participação dela no anime de NANA) e da banda
Ikimono Gakari (que comecei a pesquisar por causa da música tema do dorama Cat Street, aí percebi que já havia escutado eles antes em uma das aberturas de Naruto Shippuden) e outros... Estava tentando encontrar músicas que as letras se encaixassem nos sentimentos dos meus personagens e que não fossem tão famosas. Difícil...
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azul e vermelho... |
Não é novidade, mas pensei em outra história! A ideia começou bem simples: uma escola de assassinos (KillersSchool). Seria uma história de trama psicológica e estratégica... Acho que não teria capacidade suficiente para fazer algo tão complicado assim, mas até que surgiram coisas interessantes...
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mangá para meninas |
Desenho feito pensando em ilustrar uma postagem sobre o meu projeto de TCC... Faz tempo que estou pensando nisso, mas não saiu nada até agora... Não é cada por falta de tempo, é por preguiça mesmo, falta de vontade e de empenho...
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gato cubista... |
Depois de reler o mangá de Eensy weensy Monster, da Masami Tsuda, surgiu esse gatinho... Foi contornado com caneta de ponta porosa preta e colorido com grafite multicor (inventei esse nome, eu não sei como chamam aquilo...)
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mangá shoujo... |
Também foi feito pensando em ilustrar a postagem sobre o meu projeto de TCC (pelo jeito da enrolação acho que só vou publicar quando terminar de escrever a bendita da fundamentação teórica... que devia estar fazendo agora em vez de estar aqui... mas eu preciso relaxar! desculpa esfarrapada, eu sei...)
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o retorno do monstro... |
E retornando de
Cinza... Outra versão de Haibutsu Nakushita, o monstro vassoura comentado na
postagem anterior sobre marcadores de Abril. Não estava lembrando da aparência dele quando desenhei, ficou muito diferente... Acho que ficou mais bonito e mais sério... mas ele não é um personagem sério assim não, acho...
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pequena ferreira... |
Mais uma personagem da história em que Sori vai protagonizar... Ela é uma menina (prodígio) que quer resgatar as tradições de sua família, às vezes briga com o vovô por isso. Acho que é tipo alguém que fica obsessiva pelos clássicos, pelas coisas antigas que nunca mais voltarão como eram antes... Ah! E por que ferreira?! Hum... segredos do ofício...
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psicopata ou sociopata? |
Algumas das coisas que me intrigam é saber como funciona a mente dos "vilões". Esse rabisco é um teste de design do antagonista de KillersSchool, citado acima.
Por que uma escola de assassinos? Quem fez essa escola e com que finalidade? São algumas perguntas que servem de guia para manter a história nos eixos.
Acho que uma coisa que aprendi, que estou aprendendo, ao fazer o TCC são as perguntas. Elas são as chaves que abrirão as portas para se formarem as estruturas do texto. E isso serve para qualquer texto. As perguntas são essenciais. Sem perguntas não há o que ser escrito. As perguntas são mais importantes do que as respostas obtidas, pois as respostas sempre estarão mudando, constantemente, enquanto as perguntas, ainda não serão respondidas satisfatoriamente, continuarão a existir e persistir... Como iremos buscar as respostas sem as perguntas? Por isso as perguntas vem em primeiro lugar.
Sem perguntas na vida, você poderá acabar se acomodando, sem nunca procurar por nada... sem se incomodar com nada, como se tudo no mundo estivesse certo porque as coisas são como deveriam ser e assim nunca irá mudar não importa o que você faça ou deixe de fazer.
Assim, as perguntas são perigosas, tirando o indivíduo de sua zona de conforto... Ás vezes isso poderá enlouquecer, pois haverá tantos obstáculos impedindo a trajetória para a resposta que o indivíduo não consiga enfrentar sozinho...Talvez é isso o que tenha acontecido com muitos pensadores... Sozinhos na trajetória em busca de suas respostas... Não haverá força suficiente até que outros concordem em acreditar em suas respostas, dar crédito a elas, mas também não haverá pesquisa sem mais questionamentos. Nada é absoluto, há muitas contradições... Por isso devemos continuar pensando, refletir, continuar questionando, continuar buscando incansavelmente por algo a que acreditamos com todas as nossas forças...
(isso pareceu com um discurso de algum livro de auto-ajuda... nem sei... mas espero realmente que as pessoas pensem, mudando um pouco)